Por que o brief precisa da sua aprovação
Deixar um agente “só implementar” é barato no curto prazo e caro no médio. Sem um PRD fechado, o worker inventa escopo, escolhe a stack errada ou acopla CMS onde o brief pedia HTML estático.
Brief é contrato, não rascunho
No Manager, o agente de briefing escreve o PRD na issue: objetivo, premissas, escopo, fora de escopo, critérios de aceite e riscos. Você lê na UI e aprova — ou devolve com pergunta objetiva via bloqueio.
Só depois disso o estágio IMPLEMENT sobe. Workers não negociam premissa em
silêncio; se algo estiver ambíguo, o caminho certo é
manager issue block, não um PR surpresa.
O que o gate evita
- CMS/Neon onde o produto pediu arquivos no repo.
- Landing reescrita quando o pedido era blog.
- Deploy direto sem preview revisável.
Premissas explícitas no brief são o antídoto contra “o agente assumiu CMS”. Se a origem do conteúdo muda, o desenho inteiro muda — e isso precisa do seu aval antes do primeiro commit.
Como aprovar bem
- Confira premissas (estático? sem banco? identidade visual?).
- Olhe os critérios de aceite: eles viram o checklist do QA.
- Corte o que estiver fora de escopo em vez de “deixar para depois”.
Aprovou? O time é enfileirado. Recusou? O brief volta. Em ambos os casos, o Manager registra a decisão na thread de negócio — sem transcript de ferramenta poluindo o comentário.